Ser Mulher é, de facto, cada vez mais, uma façanha criativa, de “verdadeira artista”. A grande “arte” intrinsecamente feminina, diria eu, será essa capacidade imensa de desdobramento.
Os papéis vão-se somando (ou multiplicando?) e essa sua faceta polivalente e dominadora para a aceitação de mais um desafio, vai emergindo quase de forma inata.
A gestão do tempo, a adaptação às situações menos favoráveis e a vontade férrea de atingir mais um patamar, convergem em autênticos malabarismos que convertem a Mulher, esse Ser multifacetado, numa verdadeira protagonista de primeiro nível. Muitas vezes nos "bastidores", é certo, outras, “actuando” no palco da vida em “cenas dramáticas” e sem direito a quaisquer aplausos… ainda assim mantendo esse rodopio em “pontas” que a eleva numa verticalidade ímpar…
http://www.eselx.ipl.pt/ciencias-sociais/tratados/1789mulher.htm
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